POLÍTICA

Cléber pede volta das apostilas do Zé Ferreira nas escolas municipais

Ao fazer a leitura de seus requerimentos, Cléber Cabeludo disse que os pais viram ser interrompido o sonho de ver seus filhos estudarem com o mesmo material dos alunos do Zé Ferreira

Publicado em 04/06/2014 às 00:08Atualizado em 19/12/2022 às 07:27
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Ao fazer a leitura de seus requerimentos ontem em plenário, o vereador Cléber Cabeludo (Pros) disse que os pais dos alunos da rede municipal de ensino viram ser interrompido o sonho de ver seus filhos estudarem com o mesmo material didático dos alunos do Colégio Cenecista Dr. José Ferreira, o Zé Ferreira. “Para os pais que não tinham condições de colocar seus filhos na rede particular, isto representava uma oportunidade de vê-los entrando em uma boa faculdade, diante do alto nível do material”, colocou Cléber, que está solicitando o retorno do sistema apostilado então contratado junto à instituição de ensino. O sistema foi implantado na gestão passada e mantido pela atual administração até o fim do ano letivo de 2013, não sendo renovado, conforme citou o vereador, porque a Secretaria de Educação alegou falta de recursos. “Esse argumento não convence”, disse ele, acrescentando que o sistema apostilado foi um dos projetos mais acertados que a Prefeitura adotou na rede de ensino, “não porque foi feito pelo governo passado; poderia ter sido qualquer governo, porque a educação não pode ser interrompida, nem o sonho de pais e alunos”.   Líder governista na Câmara, o vereador Luiz Dutra (SD) saiu em defesa da atual administração, ponderando que os professores do município devem ter percebido que o rendimento dos alunos com o novo método de ensino não foi o esperado. Eu suponho que o aluno da rede pública, ao se deparar com a apostila do Colégio Dr. José Ferreira, considerada com teor pedagógico muito difícil, deve ter levado um ‘choque’ e ficado perdido diante da dificuldade do conteúdo. “Às vezes pensamos que estamos ajudando e na verdade podemos estar dificultando para os nossos alunos”, argumentou.   Cléber ressaltou que esse choque pode até ter acontecido, mas foi um choque positivo e, nesse sentido, reiterou pedido para que o prefeito repense esta decisão.

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