O ano chega ao final e quase a metade dos partidos políticos com representação em Uberaba está inativa. Das 31 agremiações registradas na cidade, nada menos do que 14 estão sem comando, algumas desde 2013, como é o caso do PCB, cuja vigência expirou em junho, e do PPL, em outubro.
Partidos com cadeiras na Câmara de Uberaba também seguem acéfalos, como o PSL do líder governista, vereador Kaká Se Liga, desde janeiro de 2014, e o PRTB, de Edmilson de Paula, a partir de agosto.
Maior bancada no Legislativo de Uberaba, com quatro representantes – vereadores Luiz Dutra, Elmar Goulart, Samir Cecílio e China –, o Solidariedade (SD) segue sem comando desde setembro.
O PMDB, partido do prefeito Paulo Piau, também está inativo desde o final das eleições gerais deste ano. O presidente do Diretório da legenda, Tony Carlos assegura que será reconduzido ao posto. De acordo com ele, a dissolução dos comandos municipais foi uma ação definida pela Executiva Estadual, para pôr ordem na sigla, já que algumas representações foram infiéis no pleito.
Tony não conseguiu a reeleição à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), mas na condição de segundo suplente da coligação PT, PMDB, PROS e PRB, deve ser convocado para o segundo mandato. Isto porque o governador eleito, Fernando Pimentel (PT), já anunciou a nomeação de deputados estaduais eleitos pela chapa para compor seu secretariado.
O PMDB é o partido com maior filiados em Uberaba: 6.263, número obtido após a posse do atual prefeito e a implantação de um processo de reestruturação partidária. Segundo colocado no ranking de filiados, o DEM também está inativo, desde julho. À legenda estão associados 4.707 eleitores.
Outras agremiações inativas sã PDT, PHS, PPS, PSDC, PSOL, PTB e PTN.
Os diretórios do PSTU, PSC e do PTC têm validade até 2016, e o do PT termina em fevereiro de 2018. PR, PRB, PMN, PRP, PTdoB, PTN, PSD e PROS tem vigência indeterminada, enquanto os comandos do PP, PCdoB, PSB, PSDB e PV vencem em 2015.