O prazo foi preestabelecido em termo de compromisso assinado pela presidente da estatal, Graça Foster, e o presidente da Cemig
Definição sobre o gasoduto que abastecerá a fábrica da Petrobras deverá sair nos próximos dois meses. O prazo foi preestabelecido em termo de compromisso assinado no ano passado, pela presidente da estatal petrolífera, Graça Foster, e o presidente da Cemig, Djalma Bastos, durante a solenidade de lançamento da pedra fundamental da planta de amônia.
Conforme informações repassadas à imprensa, na época, o documento previa condições principais de um contrato definitivo que seria negociado em março deste ano entre a Petrobras e a Cemig para fechar a tarifa de entrega do gás à fábrica, o que depende do projeto escolhido para abastecer a unidade.
O prefeito Paulo Piau (PMDB) informou em nota que a preferência é a consolidação do gasoduto Betim-Uberaba. No entanto, ele salientou que confia na decisão do governador Fernando Pimentel para escolher a melhor opção. “A minha prioridade como chefe do Executivo é a alternativa que trouxer o gás até Uberaba [em 2016], seja vindo de Queluzito (Betim), Ribeirão Preto ou São Carlos”, disse.
O gasoduto mineiro também foi considerado pela presidente Dilma Rousseff (PT) a melhor solução para suprir a fábrica da Petrobras em Uberaba. O projeto inclusive foi defendido durante o discurso na solenidade de lançamento das obras da planta de amônia.
Na ocasião, o gerente executivo de Gás e Energia da Petrobras, Marcelo Murta, também ressaltou em visita à cidade que a estatal, inicialmente, não trabalhava com segunda opção para assegurar o gás natural para a produção de amônia em Uberaba.