O diretor do Instituto de Pesquisa Ápice, Luiz Cláudio Campos, explica que as entrevistas foram realizadas pós-atendimento dos usuários, obtendo um resultado, no geral, positivo, o qual avalia que “foge do imaginário popular”. Ele também afirma que o levantamento “está dentro do que se espera dos serviços de urgência e emergência, já que o escopo de atendimento é justamente para estes casos”, diz o diretor, lembrando que casos mais complexos necessitam de acompanhamento médico, serviço que não é oferecido nestas unidades de atendimento. Ainda segundo ele, a pesquisa mostra que a grande maioria das pessoas que procuram atendimento poderia solucionar o problema nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Para Campos, o resultado pode ser uma ferramenta importante para a implementação de políticas públicas na área de Saúde. O diretor também defende uma campanha de conscientização para aumentar o grau de satisfação dos pacientes, que passarão a entender o funcionamento das UPAs.