Estado criou grupo de trabalho para discutir remuneração dos professores da rede. O cumprimento do piso nacional do magistério é uma demanda antiga do SindUte mineiro e constava nas promessas de campanha do atual governador Fernando Pimentel (PT). O grupo terá prazo até abril para apresentar relatório final sobre o tema ao petista.
Para a coordenadora local do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte), Maria Helena Gabriel, a medida é um avanço na negociação referente ao piso e demonstra que o assunto será prioridade.
No entanto, a coordenadora salienta que é necessário aguardar o posicionamento final do grupo de trabalho quanto à reivindicação da categoria. Os educadores querem o pagamento integral do piso de R$1.907,18. Hoje o governo de Minas paga R$1.455,30 por jornada semanal de 24 horas. “Vamos acompanhar, cobrar e observar o que essa comissão vai fazer a partir desta demanda”, assegurou.
O grupo de trabalho instituído tem prazo de três meses para promover um estudo referente à remuneração dos servidores das carreiras de professor de Educação Básica; especialista em Educação Básica; analista Educacional/ inspetor Escolar.
A equipe conta com representantes das diversas secretarias envolvidas no processo – como Educação, Planejamento e Fazenda – e também pessoas indicadas pelo SindUte. Os nomes dos integrantes do Grupo serão definidos nos próximos dias, a partir de reuniões com dirigentes do setor.