POLÍTICA

Estado não descarta recuo para onda roxa no Triângulo Sul para frear Covid

Publicado em 20/05/2021 às 07:16Atualizado em 19/12/2022 às 03:40
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Imposição novamente de onda roxa é alternativa para frear avanço da pandemia de Covid-19 no Triângulo Sul, mas a medida ainda não é cogitada pelo Estado. A informação é do secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, em entrevista ontem à TV Integração – afiliada da Rede Globo na região.

A onda roxa do programa Minas Consciente prevê restrições mais severas, como o fechamento de bares e restaurantes para atendimento apenas por delivery ou retirada no balcão, proibição de entrada de consumidores no interior das lojas do comércio e o fechamento das academias, por exemplo. 

A possibilidade de o Estado impor novas restrições para as cidades da região vem sendo levantada devido ao aumento dos casos de Covid-19 e o esgotamento dos leitos hospitalares. Boletim divulgado pela Prefeitura apontava que a rede privada estava perto de atingir capacidade máxima na UTI destinada a atendimento de pacientes com coronavírus, com apenas duas vagas disponíveis.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, por enquanto, ainda é cedo para cogitar a determinação da onda roxa no Triângulo Sul, porque existem outras possibilidades para assegurar a assistência dos pacientes. Ele pondera que a transferência de pessoas para outras macrorregiões é uma alternativa, assim como a abertura de mais leitos no Hospital Regional em Uberaba.

Uma equipe da Secretaria de Estado de Saúde, inclusive, estará hoje na região para avaliar a rede de urgência e apontar ações que podem ser adotadas para ampliar a assistência.

No entanto, o titular da pasta ressalta que a situação dos municípios do Triângulo Sul está sendo monitorada e a imposição das medidas mais rígidas não está descartada. “Estamos atentos. Se os indicadores continuarem piorando e se a gente não achar uma solução para que garanta a assistência, a onda roxa é uma alternativa”, declarou.

Baccheretti também argumentou que o distanciamento social, uso de máscara e higienização são medidas que podem evitar a necessidade de restrições às atividades econômicas. “É sempre importante que a população perceba que é um momento em que o vírus está circulando mais na região [...] É hora de lembrar de tudo isso para que a gente não precise de uma onda tão restritiva como a onda roxa”, disse.  

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