POLÍTICA

Executivo veta projetos e alega que matérias criam obrigações

A Prefeitura apresentou a mesma justificativa para os dois vetos. As proposições foram consideradas inconstitucionais porque ferem ao princípio da independência dos Poderes

Publicado em 26/05/2014 às 09:18Atualizado em 19/12/2022 às 07:36
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 O Porta-Voz traz dois vetos do Executivo a projetos de autoria dos vereadores. Um deles é referente à proposta de Afrânio Lara (Pros) para realização de uma série de atividades para orientação e prevenção da gravidez na adolescência nas escolas municipais, em setembro. A outra proposição vetada é de autoria de Denise Max (PR) e previa a divulgação da campanha permanente de defesa dos direitos da mulher nos ônibus, abrigos e terminais de transporte coletivo. A Prefeitura apresentou a mesma justificativa para os dois vetos. As proposições foram consideradas inconstitucionais porque ferem ao princípio da independência dos Poderes ao criar obrigações para o Executivo.   Nesse entendimento, criar a semana para prevenção da gravidez na adolescência ou de divulgar a campanha dos direitos da mulher no transporte coletivo precisa partir de uma iniciativa do governo municipal, já que a realização das ações geram custos para a Prefeitura. Os vetos serão submetidos à análise dos parlamentares e podem ser derrubados em votação na Câmara Municipal.

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