POLÍTICA

Falta de muros no Minha Casa motiva repúdio

Em sessão dedicada à leitura de requerimentos, a última do mês, os vereadores aprovaram uma moção de repúdio

Publicado em 24/08/2013 às 01:02Atualizado em 19/12/2022 às 11:26
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 Em sessão dedicada à leitura de requerimentos, a última do mês, os vereadores aprovaram uma moção de repúdio a ser remetida ao Ministério das Cidades, por conta da não inclusão de muro nos imóveis do programa Minha Casa Minha Vida. O assunto, que já foi debatido outras vezes na Câmara, foi novamente levantado pelo vice-presidente da Casa, Samir Cecílio (PR). Para ele, falta visão e sensibilidade para com os mutuários, muitos sem condições financeiras de construir um muro que lhes traga mais segurança e privacidade. João Gilberto Ripposati (PSDB) sugeriu a organização de um mutirão para solucionar o problema e ainda: gestões junto aos deputados federais e estaduais para que assegurem o benefício através do orçamento da União.   Também partiu do tucano a informação de que a área onde está instalado o frigorífico Boi Bravo, no Costa Teles, está em processo de desapropriação, enquanto a administração analisa sua transferência para um dos distritos industriais. Ripposati havia requerido à PMU estudos a serem feitos junto com a empresa, visando a transferi-la por meio de doação de área ou permuta, e foi informado dos procedimentos em curso pelo subsecretário Edilberto de Sousa Duarte (Governo).   “Uberaba já passou da hora de transferir a empresa para um local com condições apropriadas para abrigá-la, respeitando o meio ambiente”, disse Ripposati, ponderando ainda que o frigorífico está em área urbana. Desde julho que o segundo secretário da Mesa Diretora da Câmara, o vereador China (PSL) está colhendo assinaturas para propor à Prefeitura que desaproprie a área para o prolongamento da avenida Prudente de Morais até a avenida Rosa Maria Frange, interligando o bairro Abadia ao conjunto Cartafina, além de assegurar que parte do terreno abrigue mais um empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida.   Proprietário do frigorífico, Romeu Costa Telles informa desconhecer qualquer processo de desapropriação em curso. “Não tenho conhecimento disso. Achava interessante e mais produtivo ser feito com conversa”, aponta o empresário, que informa gerar 200 empregos diretos, contratados no bairro, e 150 indiretos. Ele também sugere que o Executivo use o dinheiro da desapropriação para obras como o Hospital Regional.   Já o vereador Ismar Marão (PSB) aprovou requerimento onde solicita informações sobre o trabalho desenvolvido pela Ronda Social e o Albergue Municipal, considerando a quantidade de moradores de rua em Uberaba.

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