A Câmara Federal disponibilizou em seu portal os gastos com a cota parlamentar referente ao mês de novembro
A Câmara Federal disponibilizou em seu portal os gastos com a cota parlamentar referente ao mês de novembro. Cada deputado mineiro tem direito a pouco mais de R$31 mil por mês. E de acordo com as normas da Casa, essa verba não é cumulativa, portanto, quem estourar o limite não tem direito ao reembolso.
No caso dos deputados ligados a Uberaba, todos eles apresentaram gastos bem abaixo e limite. As despesas do deputado federal Marcos Montes (PSD) somaram R$14.330,59. Desse total, R$3.825,15 foram com combustíveis e lubrificantes. Teve ainda R$10 mil com consultorias para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra, que investiga a atuação dos dois órgãos na reforma agrária e processo de demarcação de terras indígenas e remanescentes de quilombolas. O parlamentar gastou outros R$475,46 com serviços postais e R$29,98 com telefonia.
Já Caio Narcio (PSDB) tem registrados gastos de R$10.162,94. Desse montante, R$3 mil foram com divulgação da atividade parlamentar, R$2.981,74 com combustíveis e lubrificantes, R$1.071,6 com telefonia, R$960,87 com serviços postais, R$449,03 com alimentação, R$473,45 com hospedagem, R$465,35 com emissão de bilhete aéreo (dia 10 de novembro, de BH, no aeroporto da Pampulha, a Ribeirão Preto/SP), R$122,54 com assinatura de publicações e R$98,80 com serviços de táxi, estacionamento e pagamento de pedágio.
O deputado Zé Silva (SD) gastou R$2.400,33. A maior parte da despesa foi com combustíveis e lubrificantes, R$1.278,69. Teve ainda R$560 com hospedagem, R$399,80 com serviços postais, mais R$130,69 com manutenção de escritório e R$31,15 com telefonia.
Aelton Freitas (PR) somou R$2.073,15 com gastos da cota parlamentar. A maior parte foi com a divulgação de suas atividades, que consumiram R$700. Ele registrou também despesa de R$557,41 com combustíveis e lubrificantes, R$383,03 com emissão de bilhete aéreo (dia 6 de novembro, de Brasília a Ribeirão Preto/SP), R$243,21 com serviços postais e R$189,50 com fornecimento de alimentação.
Quem registrou o menor gasto foi Adelmo Carneiro (PT), com R$810,64. A maior parte, R$265,15, com combustíveis e lubrificantes. Também foram registradas despesas com serviços postais que somaram R$221,29, mais R$154,50 com alimentação, R$146 com táxi, pedágio e estacionamento e R$23,70 com passagens terrestres, marítimas ou fluviais (no dia 6 de novembro, do aeroporto de Confins até Belo Horizonte).