Sobre o atual Centro Administrativo, o secretário explicou que existe sim a desapropriação que não foi paga, gerando um débito por parte da prefeitura com o proprietário na ordem de 50 a 60 milhões. “É o que nos faz querer mais velocidade inclusive numa PPP”, disse Glauber sobre o processo de levantamento do novo Centro Administrativo.
Glauber ainda tirou dúvidas sobre como funciona uma concessão em regime de PPP. Sobre como o empresário lucra por meio desta parceria e como ele deve atuar quando operando no mesmo regime. Faquinelli ainda adiantou sobre o andamento do processo da educação, que deve ir para consulta pública nos próximos meses.
“A PPP da Educação Compreende bem nisso (operação geral das PPPs), como construção de novas escolas, manutenção das já existentes, melhoria do mobiliário e implementação tecnológica. Fora o material pedagógico que fica sempre a cargo da prefeitura”, conta Glauber.
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