POLÍTICA

Governo do Estado libera mais R$ 2,9 mi para obras da unidade

Para dar continuidade às obras do HR, Estado disponibilizou mais R$2,9 milhões, recursos que já estão na conta do Município

Renata Gomide
Publicado em 08/11/2012 às 00:27Atualizado em 19/12/2022 às 16:24
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Para dar continuidade às obras do Hospital Regional, o Estado disponibilizou mais R$2,9 milhões a Uberaba, recursos que já estão na conta do Município e foram repassados através da Secretaria de Saúde (SES/MG). Desde o início da construção da unidade, que terá 160 leitos, 20 deles de UTI, 120 de enfermaria e 20 de outras especialidades, Minas já repassou R$13 milhões à PMU para a execução do projeto.

O anúncio da liberação dos recursos coincide com a polêmica instalada após o secretário municipal de Saúde, Valdemar Hial, revelar decisão do prefeito Anderson Adauto (sem partido) de inaugurar o Hospital Regional em caráter emergencial, dia 15 de dezembro, visando a desafogar o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Para o vice-prefeito eleito, Almir Silva (PR), a ação é precipitada, já que sequer foi definida a forma de gestão da unidade.

“Estamos fazendo todos os esforços a fim de dar as condições para a construtora cumprir o prazo de inauguração determinado pelo prefeito”, salienta o titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Hial voltou a destacar que a inauguração irá apenas aliviar a demanda do HC na recepção dos casos de média complexidade, cujo problema é de saturação dos pontos de oxigênio para respiração.

Através de nota oficial, Anderson Adauto reiterou a intenção de abrir o Hospital Regional naquela data, considerando que a falta de leitos para internação deve ser acudida pelos gestores do sistema de saúde. Nesse sentido, AA destaca que, como prefeito, tem a responsabilidade de resolver os problemas da cidade, especialmente aqueles considerados emergenciais, como é o caso, sob o risco de ser responsabilizado por omissão.

Sem que tenha feito qualquer menção direta ao vice-prefeito eleito ou às suas críticas sobre a inauguração parcial da unidade, Anderson colocou que seu governo vai até o dia 31 de dezembro de 2012, portanto, até lá, é ele quem responde pelo Município.

“No campo político, o que vai separar uma administração da outra é o dia 1º de janeiro. Até lá tenho o dever e a obrigação de dar solução para os problemas que surgirem. E a falta de leitos, com a superlotação do Hospital de Clínicas da UFTM, é uma realidade que se agravou e aflige a cidade. Estamos buscando as soluções, através das UPAs do Mirante e São Benedito, mas a definitiva é o Hospital Regional”, disparou.

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