POLÍTICA

Guaritá vai à CMU prestar contas e revela que obras já gastaram R$ 13 mi

Desde o início de obras previstas no bojo do projeto Água Viva para a avenida Santos Dumont, orçadas em R$30,3 milhões

Renata Gomide
Publicado em 12/06/2014 às 23:35Atualizado em 19/12/2022 às 07:20
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Desde o início das obras de macrodrenagem e esgotamento sanitário previstas no bojo do projeto Água Viva para a avenida Santos Dumont, orçadas em R$30,3 milhões, já foram gastos cerca de R$13 milhões. Os trabalhos que incluem a duplicação da galeria de drenagem pluvial na via – 1.270 metros – e a implantação de 2.668 metros de interceptores de esgotos nos dois lados da avenida começaram em 22 de abril deste ano e tem previsão de entrega em fevereiro de 2015, conforme confirmou ontem o presidente do Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (Codau), Luiz Guaritá Neto.   O dirigente da autarquia foi à Câmara ontem para a prestação de contas referente ao exercício de 2013, assim como o coordenador-geral da Unidade de Gerenciamento do Projeto (UGP), José Mara Barra, também convidado para a Tribuna Livre da Casa, mas para falar do Água Viva. Barra relatou que desde o início dos trabalhos na Santos Dumont é grande o número do que chamou de “acidentalidades”, entre as quais a que levou o Codau a mudar o lado do canal.   Segundo ele, nem a Prefeitura e nem a autarquia têm memória do que existe embaixo das avenidas. “Isso tem mais de 100 anos”, mas, conforme assegurou, as adequações necessárias não representaram custos adicionais ao serviço que está sendo tocado pela Integral Engenharia. O cronograma inclui obras de microdrenagem em 19 ruas perpendiculares à Santos Dumont, bem como a implantações de 222 novas bocas de lobo e quase 1.700 metros de redes de água pluvial nestes locais.   Barra comprometeu-se em encaminhar um relatório detalhado sobre as obras aos vereadores, ao que Luiz Neto colocou que todos os recursos são religiosamente fiscalizados pela Caixa Econômica Federal (CEF). Isto porque a garantia da contrapartida, na ordem de R$10,9 milhões, foi assegurada através da instituição financeira via Programa de Financiamento das Contrapartidas do Programa de Aceleração do Crescimento (Cpac).   Responsável pelo convite ao presidente do Codau, o vereador Afrânio Lara Resende (Pros) disse que Luiz Neto teria a oportunidade de abrir o caixa da autarquia e prestar contas não a ele, mas à sociedade. O dirigente revelou que em 2013 a receita prevista era de R$88.246.391,835, sendo a despesa no período da ordem de R$88.013.285,51.

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