POLÍTICA

Marcha contra o crack este ano sai da Santa Rita e segue pelo centro

Serão montados estandes do Zoonoses e do Programa de Antitabagismo, e profissionais de Saúde vão oferecer aferição de pressão e glicemia

Thassiana Macedo
Publicado em 09/07/2014 às 15:38Atualizado em 19/12/2022 às 06:58
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No dia 26, sábado, será realizada, a partir das 8h, a segunda edição da Marcha Contra o Crack e Outras Drogas. A ação faz parte de projeto idealizado pelo vereador Edmilson Doidão e recebe apoio da Secretaria Municipal de Saúde. A concentração será na praça da Igreja Santa Rita e o percurso seguirá até a praça da Concha Acústica.

Para participar, é preciso trocar um quilo de alimento não perecível, exceto sal e fubá, por uma camiseta da Marcha. As camisetas podem ser trocadas nas oito unidades do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do município, além da Igreja Santo Expedito e na loja Claudinho Som e Filme. “Acredito que quando o assunto é drogas, nós devemos arregaçar as mangas e lutar por um propósito só, que é o de ajudar quem precisa”, ressalta o vereador.

Serão montados estandes do Zoonoses e do Programa de Antitabagismo, e profissionais de Saúde vão oferecer aferição de pressão e glicemia. Equipe vai distribuir preservativos e gel lubrificante, e realizar exames de HIV, Hepatites B e C, Sífilis, além de oferecer orientações de prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), em trailer do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Durante os atendimentos também estão previstos shows com a Banda Outubro e Rei de Salém.

O secretário de Saúde, Fahim Sawan, informa que 400 profissionais da Saúde, agentes comunitários e de endemias, e gerentes de unidades serão mobilizados para o evento. “As drogas são um problema de saúde pública. Nós compramos essa causa e o que pudermos fazer para conscientizar a população quanto ao perigo que elas podem causar, nós faremos”, afirma.

A Secretaria de Saúde oferece serviços para prevenção e tratamento do uso de drogas, como o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que atende em média 250 pessoas por mês; o projeto Aliança pela Vida, que oferece 45 vagas para internações em uma das três comunidades terapêuticas cadastradas; o Consultório de Rua, que atende 350 pessoas por mês; além do projeto Crack é Possível Vencer, do Governo Federal.

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