POLÍTICA

Marcos Montes lidera gastos da cota parlamentar entre deputados locais

O benefício é destinado para, entre outros gastos, o custeio de passagens aéreas e transporte. Ele foi reajustado em 8,72%

Marconi Lima
Publicado em 02/04/2015 às 22:44Atualizado em 16/12/2022 às 03:33
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No mês de março, os deputados federais com domicílio eleitoral em Uberaba – ou com base política na cidade – que lideraram os gastos da cota parlamentar foram Marcos Montes (PSD) e Zé Silva (SD), respectivamente, com R$23.188,37 e R$20.599,37. Ainda assim, o valor ficou abaixo do teto estabelecido para os deputados de Minas Gerais, que é de R$35.720,85.

O benefício é destinado para, entre outros gastos, o custeio de passagens aéreas e transporte. Ele foi reajustado em 8,72% (correspondentes à variação do IPCA de dezembro de 2013 a janeiro de 2015), o que representará um impacto adicional de R$19,9 milhões por ano.

Os gastos de Montes, de acordo com balanço divulgado pelo site oficial da Câmara dos Deputados, foram com combustíveis e lubrificantes (R$802,33), consultorias, pesquisas e trabalhos técnicos (R$10 mil), divulgação de atividade parlamentar (R$8.650), emissão de bilhete aéreo (R$570,25), alimentação (R$88,03), manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar (R$762,80), serviços postais (R$740,24) e telefonia (R$1.574,72).

O gasto com consultoria se deve à contratação de um escritório de advocacia para estudo sobre a PEC 215/2000, que acrescenta o inciso XVIII ao artigo 49; modifica o parágrafo 4º e acrescenta o parágrafo 8º, ambos no artigo 231, da Constituição Federal (inclui entre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas; estabelecendo que os critérios e procedimentos de demarcação serão regulamentados por lei).

Os gastos de Zé Silva foram com combustíveis e lubrificantes (R$2.182,07), divulgação da atividade parlamentar (R$14.195), emissão de bilhete aéreo (R$633,27), alimentação (R$271,96), hospedagem (R$256), manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar (R$1.560,33), serviço de táxi, pedágio e estacionamento (R$140), serviços postais (R$462,94) e telefonia (R$897,80).

Os outros. Os outros parlamentares federais com ligações com Uberaba também mantiveram os gastos abaixo do teto da cota parlamentar. Adelmo Carneiro (PT) gastou um total de R$9.195,41, sendo R$526,91 com telefonia, R$1.961,08 com combustíveis e lubrificantes, R$1.045.06 com emissão de bilhetes aéreos, R$236,16 com alimentação, R$5.073,90 com manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar e R$353 com serviço de táxi, pedágio e estacionamento.

Aelton Freitas (PR) teve um gasto total de R$10.178,90. Com combustíveis e lubrificantes foram registrados R$2.360,99, mais emissão de bilhete aéreo (R$180), alimentação (R$886,17), manutenção de escritório (R$724); os serviços postais consumiram R$3.811,26 e telefonia, outros R$2.216,55.

Por fim, Caio Narcio (PSDB) gastou R$8.702,68. Só com combustíveis e lubrificantes foram R$3.365,67, emissão bilhete aéreo (R$586,18), alimentação (R$689,09), hospedagem (R$160), manutenção de escritório (R$1.275,08), serviços postais (R$1.588,01) e telefonia (R$1.038,65).

Os parlamentares ainda têm direito à verba de gabinete usada para pagar funcionários, que foi reajustada em 18,01%, com base no IPCA desde julho de 2012, e passará de R$78 mil por mês para R$92 mil. Cada parlamentar pode contratar até 25 pessoas. O impacto anual será de R$129 milhões.

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