O nome de Kátia Abreu para comandar a Pasta foi anunciado no início da semana pela presidente Dilma, reeleita para o segundo mandato
O nome da senadora Kátia Abreu (PMDB/TO) para comandar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a partir de janeiro do ano que vem deve trazer a Pasta de volta ao primeiro escalão do governo Dilma Rousseff (PT). A avaliação é do deputado federal Marcos Montes (PSD), recém-eleito presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para a gestão 2015/2016.
Na avaliação do parlamentar, que exercerá o terceiro mandato consecutivo na Câmara, o Ministério que representa uma das forças produtivas mais importantes do Brasil tem sido tratado como se fosse de escalão inferior. “A senadora tem um profundo conhecimento do mundo rural, tem a política na alma e, com certeza, tem a força, os projetos e a liberdade necessários para reconduzir o Ministério da Agricultura ao seu lugar de destaque”, diz Marcos Montes.
O nome de Kátia Abreu para comandar a Pasta foi anunciado no início da semana pela presidente Dilma, reeleita para o segundo mandato à frente do Palácio do Planalto. Neste ano a senadora, que preside a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), assinou contrato de comodato entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu.
O documento prevê a cessão de uma área no interior do Parque Fernando Costa para construção da sede do Senar no local, de forma a disponibilizar cursos periódicos para qualificação profissional dos trabalhadores rurais. “Com a indicação da senadora Kátia Abreu, mesmo contrariando alguns setores políticos e empresariais do país, a presidente da República acena com ‘boas intenções’ no que concerne ao seu segundo mandato”, avalia MM.
Ele também avalizou a escolha do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para o Ministério das Cidades. “É um grande homem, um grande político, um grande aliado”, destaca Marcos Montes, que apesar de filiado à legenda, em Minas Gerais apoiou a candidatura tucana ao governo do Estado e o nome de Aécio Neves (PSDB) ao Palácio do Planalto, tendo coordenado sua campanha no Triângulo Mineiro, durante o segundo turno do pleito.
Montes já adiantou que fará uma oposição saudável na Câmara.