Moradores do Ilha de Marajó 2 denunciam vandalismo em casa abandonada no residencial e cobram fiscalização da Cohagra
Morador do bairro
Casa no residencial Ilha de Marajó 2 sofreu ação de vândalos, onde moradores pedem fiscalização
Moradores do residencial Ilha Marajó 2 denunciam vandalismo em casa abandonada no bairro e cobram fiscalização da Cohagra (Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande). Fotos compartilhadas nas redes sociais mostram o imóvel com portas e janelas danificadas, além de furto de fiação elétrica e outros materiais.
O presidente da Cohagra, Marcos Jammal, argumenta que os danos são responsabilidade do proprietário, que recebeu a casa e deixou a unidade vazia. Ele pondera ainda que a pessoa foi contemplada com o imóvel porque comprovou à Caixa Econômica se enquadrar nos critérios do programa habitacional.
Além disso, Jammal ressalta que a equipe de fiscalização da Cohagra já havia verificado no início do mês o abandono da unidade e comunicado à Caixa Econômica para dar início ao processo de retomada do imóvel. No entanto, ele salienta que o procedimento leva tempo. Por isso, não houve como transferir a casa imediatamente para outra pessoa cadastrada no programa habitacional.
De acordo com o presidente da Cohagra, após a denúncia nas redes sociais, o antigo proprietário compareceu esta semana para devolver as chaves da casa. Um contrato de desistência do imóvel junto à Caixa Econômica ainda será assinado para retomar a unidade e transferir oficialmente a outra família.
Com a recuperação das chaves, Jammal afirma que já foi possível disponibilizar o imóvel para outra família, que estava instalada provisoriamente em um abrigo da cidade. Ele explica que a construtora responsável fez reparos na fiação elétrica da casa para dar condições mínimas de habitação. Segundo o presidente da Cohagra, a nova família se dispôs a arcar com o conserto da porta e das janelas danificadas.
Jammal ainda reforça que as denúncias são importantes para detectar o uso irregular de unidades do programa Minha Casa Minha Vida. Ele orienta à população que informe a companhia sobre a venda, aluguel ou abandono dos imóveis para que as providências possam ser tomadas.