Prefeitura articula com dirigentes do Curtume Atlântica para viabilizar a abertura de novos lotes no Distrito Industrial 1
Prefeitura articula com dirigentes do Curtume Atlântica para viabilizar a abertura de novos lotes no Distrito Industrial 1, atualmente com lotação esgotada. A empresa detém área de 150 mil metros quadrados no DI-1, mas está com unidade desativada há quatro anos e não existe planejamento para retomar as operações em Uberaba.
Para tratar da destinação do terreno, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, se reuniu com o diretor presidente da Midori Atlântica Brasil, Kenichi Hayashi, e com o gerente geral da Midori do Japão, Tamihiro Kawauchi, durante visita dos executivos a Uberaba na última semana.
Gomes ressalta que a empresa já posicionou que não há interesse em continuar com a operação do curtume em Uberaba e a proposta seria vender a área no DI-1. Com isso, ele explica que discutiu a possibilidade de o terreno de 150m² ser dividido em lotes para permitir o atendimento a mais empresas. A secretaria também poderá atuar como intermediadora nas transações, já que possui os contatos das empresas interessadas em se instalar na cidade.
O secretário ressalta que a direção da Midori Atlântica vai analisar o pedido da Prefeitura. “Estamos mantendo um diálogo bem aberto. Os dirigentes da empresa estão com toda a boa vontade e têm interesse de dispor do imóvel. Agora será achar o modelo comercial mais adequado que atenda ao proprietário da área”, pondera.
Além disso, Gomes informa que a secretaria está em contato com os proprietários de outras as áreas particulares que não estão ocupadas nos distritos 1 e 2. “O Distrito Industrial I já não tem mais áreas disponíveis para atender a empresas que queiram se instalar no local. Nesses dois anos e meio de governo, fizemos tudo o podíamos para aproveitar as áreas disponíveis. Agora não temos para onde correr. Para recebermos empresas tanto no DI-1 quanto no DI-2, temos que contar com a boa vontade dos proprietários para dar destino aos seus terrenos, seja utilizando para empreendimento próprio, seja liberando para receber novos empreendimentos”, conclui.