Valores levam em conta os salários de R$22.292,35, a verba indenizatória de R$20 mil e a cota de R$68.673
Em sendo mantida a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que alterou a composição das bancadas de 13 Estados na Câmara Federal, as assembleias legislativas desses mesmos entes da Federação também terão suas cadeiras alteradas.
A diferença é que se na Câmara não haverá mudança no número de deputados, 513, nos parlamentos estaduais a situação é outra. Em Minas Gerais, por exemplo, cuja bancada terá mais duas cadeiras – de 53 para 55 –, conforme o despacho do TSE, a Assembleia (ALMG) também deverá crescer para a legislatura 2015-2018. Atualmente a Casa tem 77 integrantes, número que não é alterado há 26 anos, e poderá contar com 79. A mudança está sustentada na Constituição Estadual (Artigo 52), segundo a qual o total de parlamentares na ALMG corresponde ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados. Em se concretizando o aumento no número de deputados, estes custarão – em números de hoje – mais R$2.976.234,40 ao ano para o Parlamento, sendo que o custo individual é de R$1.488.117,20. Valores levam em conta os salários de R$22.292,35, a verba indenizatória de R$20 mil e a cota de R$68.673, para contratação de assessores de gabinete.