Obras de macrodrenagem nas avenidas Santos Dumont e Santa Beatriz serão paralisadas temporariamente. A Prefeitura justifica que a medida não foi tomada por falta de recursos financeiros, mas sim devido ao período de chuvas, que inviabiliza a continuidade do trabalho. Apesar da interrupção, a meta é concluir a obra no primeiro semestre de 2016.
De acordo com o secretário municipal de Obras, José Elias Miziara, a avenida será liberada provisoriamente para o trânsito a partir desta semana e o serviço deverá ser retomado em abril do ano que vem, quando começar a estiagem. A sinalização no trecho será realizada por faixas de retenção para dar segurança ao tráfego na via, que está sem os canteiros centrais.
Em viagem a Belo Horizonte esta semana, o prefeito aproveitou para se reunir com dirigentes da Integral Engenheira – empresa responsável pela obra de macrodrenagem. Piau afirma que a suspensão temporária do serviço foi acatada em função das fortes chuvas registradas nas últimas semanas, mas o chefe do Executivo assegura que já foi solicitou à empreiteira para não haver demora na retomada e conclusão da obra.
“O retrabalho e o desperdício de material é grande neste período, pois é uma obra aberta. Além disso, estamos em período festivo e a obra está em um local estratégico. De toda forma, solicitei celeridade na retomada do serviço. Assim que passar o período chuvoso no início de 2016, eles garantiram a continuidade. Também solicitei que o término ocorresse até o meio do ano que vem. A empresa manifestou que vai concentrar esforços para este objetivo”, declara Piau.
Em paralelo à suspensão da obra, o contrato com a Integral foi reajustado pela Prefeitura. O valor global para a execução dos serviços para ampliação de galerias pluviais era originalmente de R$30,3 milhões, mas já sofreu quatro reajustes e agora soma R$34,2 milhões.
Agenda. Na capital mineira, o prefeito também esteve com o presidente do Tribunal de Contas, Sebastião Helvécio. Líder da Frente Mineira de Prefeitos, Piau acertou a participação do presidente do Tribunal na primeira reunião dos gestores municipais em 2016. “Será uma oportunidade para que ele converse diretamente com os prefeitos e veja de forma mais próxima à realidade financeira que estão vivenciando as prefeituras”, completa.