POLÍTICA

Para Paulo Piau, há judicialização da política e politização do Judiciário

Segundo ele, a intenção maior do comando estadual foi mostrar que uma única pessoa é responsável por travar o processo eleitoral

Daniela Brito
Publicado em 07/08/2012 às 01:19Atualizado em 19/12/2022 às 18:05
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Deputado Paulo Piau revela que a coletiva teve como objetivo expor a judicialização das eleições em Uberaba. “O que está havendo é a judicialização da política ou a politização do Judiciário”, afirma.

Segundo ele, a intenção maior do comando estadual foi mostrar que uma única pessoa, o desembargador José Marcos Vieira, é o responsável por travar todo o processo eleitoral no PMDB. “E não existe nenhum erro em nossa candidatura”, afirma o parlamentar, que teve o nome homologado através de convenção realizada pela comissão interventora - a qual também garante ter sido conduzida dentro da legalidade.

Ele também destaca que o problema da judicialização ocorre em outros municípios brasileiros – se posicionando contra esta realidade que prejudica diretamente sua candidatura. “Política deve ser discutida com a comunidade e não nos tribunais” avalia o parlamentar, destacando que  pretende aguardar a repercussão do posicionamento público do comando estadual do PMDB.

De acordo com Paulo Piau, todo impasse deve ser encarado como questão interna, visto que o partido político é uma instituição privada. “A Justiça só entra quando existe problema de rito, que foi integralmente cumprido, e de defesa, que foi dada na integralidade. O que está sendo questionado judicialmente é algo interno no partido que está prejudicando toda uma campanha”, diz.

Ele também nega que dois mandados de seguranças, impetrados contra o desembargador José Marcos Vieira, teriam sido indeferidos no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Segundo ele, as mentiras, feitas pelo prefeito Anderson Adauto, visam a confundir a população. “Eu lamento este jogo sujo que ele está fazendo ao utilizar de mentiras para enganar a população e prolongar este processo de indefinição”, diz.

Conforme esclarece, o primeiro mandado de segurança foi extinto sem o julgamento do mérito pela desembargadora Heloísa Combat e o segundo ainda não foi julgado. A desembargadora Selma Marques o encaminhou à Procuradoria-Geral de Minas Gerais e à autoridade coatora - no caso o desembargador José Marcos Vieira. Somente após este trâmite processual será analisado o pedido liminar. “Nenhum foi julgado”, finaliza.

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