Já a secretária municipal de Educação, Silvana Elias, afirma que não tomará qualquer decisão apressadamente e continua discutindo com a equipe financeira da PMU uma proposta para apresentar aos sindicalistas. “Nós não faremos nada de forma inconsequente. Nós estamos analisando o cenário a curto, médio e longo prazos, como havíamos acertado com o sindicato. Agora eu não tenho tanta pressa mais, pois houve uma ruptura do diálogo com a paralisação. Faremos o que for possível, mas não de forma irresponsável”, argumenta. A secretária informa que a maioria das unidades aderiu apenas parcialmente ao movimento. Mesmo assim, cronograma de reposição aos sábados será elaborado para evitar prejuízo aos alunos das escolas municipais. No caso dos Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis), Silvana explica que a situação será discutida com a equipe, pois não há obrigatoriedade de 200 dias letivos no ano. “Desta forma, não é preciso repor aulas. Além disso, nós tivemos locais onde foi montado plano alternativo e as crianças foram atendidas. Então, não teria lógica marcar reposição aos sábados apenas para justificar o pagamento aos educadores que faltaram”, disse, reforçando a possibilidade de que o ponto deverá ser cortado para os educadores infantis paralisados.