POLÍTICA

PDT e PR avaliam alianças para formatar chapas proporcionais

Os dois partidos vêm conversando com os tucanos e também com o grupo de sustentação para a candidatura do PT em Minas

Gisele Barcelos
Publicado em 28/04/2014 às 09:38Atualizado em 19/12/2022 às 08:01
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Para definir a coligação majoritária em Minas Gerais, lideranças do PDT e do PR avaliam a viabilidade eleitoral das alianças disponíveis para a formatação de chapas proporcionais. Os dois partidos vêm conversando com o ninho dos tucanos e também com o grupo de sustentação para a candidatura do PT ao governo mineiro, mas ainda não decidiram em qual palanque estarão em outubro.   Durante visita a Uberaba, na semana passada, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, analisou que o partido já está com indicativo de continuar na base aliada à campanha de reeleição de Dilma Roussef (PT) ao Palácio do Planalto. Entretanto, a tendência em Minas é caminhar com o candidato do PSDB, Pimenta da Veiga.    “Temos uma aliança de muitos anos no Estado. Começou ainda no governo de Aécio Neves. É uma aliança estável e não dá para separar de repente. Mas é a direção estadual que vai aprofundar os acordos e as chapas proporcionais”, salienta. Também cumprindo agenda na cidade, o dirigente do PDT mineiro, deputado estadual Mário Heringer, afirmou que ainda é cedo para uma definição, mas confirma a projeção feita por Lupi. Segundo o parlamentar, o que mais pesa para a escolha são as possibilidades para formatação de coligações proporcionais.   “Você não faz coligação com gente maior que você. Tem que fazer com gente igual, do seu tamanho e quem tem gente do mesmo porte para oferecer é a chapa encabeçada pelo candidato tucano”, argumenta.   A viabilidade das chapas proporcionais também é um dos fatores na balança para o PR mineiro, conforme o presidente estadual da sigla, deputado federal Aelton Freitas. Ele destaca que o posicionamento no palanque está sendo amplamente discutido com todos os parlamentares da bancada para uma decisão coletiva quanto ao futuro da legenda. “A reeleição dos atuais deputados é um fator importante porque, antes de garantir a sobrevivência do grupo, cada um busca a sua”, pondera.    Segundo Aelton, o partido está em uma encruzilhada neste momento, pois em âmbito nacional caminha com o PT há três eleições e, no Estado, a aliança com o PSDB foi mantida pelo mesmo tempo. Ele afirma que as conversas continuam em andamento com os dois grupos políticos e inclusive terá um encontro nesta segunda-feira (28) com representantes da coligação tucana, mas a decisão final só deverá sair quando o cenário eleitoral estiver fechado.    “Temos que esperar definir quem são realmente os candidatos porque até o momento só tem pré-candidaturas lançadas. Não tem como um partido que é coadjuvante definir de que lado vai estar sem nem definir quem é a locomotiva”, finaliza.   

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