A Petrobras não trabalha com segunda opção para assegurar o gás natural que será utilizado na produção de amônia em Uberaba que não o gasoduto mineiro. A informação é do gerente executivo de Gás e Energia da estatal, Marcelo Murta.
Durante coletiva de imprensa ontem, o técnico adiantou que o termo de compromisso com a Gasmig que será assinado pela presidente Dilma Rousseff (PT) neste sábado (3), em Uberaba, estabelece condições principais de um contrato definitivo que será negociado em março do próximo ano. Segundo ele, um dos itens acertados é uma tarifa para a entrega do gás na fábrica de amônia. “Essa é a decisão que estamos tomand ter o gás em Uberaba através do contrato com a Gasmig. O documento que será assinado trata do compromisso de entrega da prestação de serviço compatível com a data de entrada em operação da unidade”, ressalta.
Quanto aos atrasos ocorridos na concorrência do projeto técnico do gasoduto Betim-Uberaba, Murta não considera que a situação vai atrapalhar o cronograma. “Estamos convictos que todos os procedimentos técnicos necessários para a chegada do gás serão devidamente tratados pela Gasmig em seu devido tempo”, pondera.
Cumprindo agenda em Uberaba ontem, o governador Alberto Pinto Coelho (PP) manifestou apenas que não faltará vontade política do Estado para resolver a questão do gás.