Para tentar viabilizar investimento em Uberaba, o prefeito Paulo Piau se reuniu ontem com o vice-governador Antônio Andrade e retomou discussão sobre ampliação de incentivos fiscais
Para tentar viabilizar investimento em Uberaba, o prefeito Paulo Piau (PMDB) se reuniu ontem com o vice-governador Antônio Andrade (PMDB) e retomou discussão sobre ampliação de incentivos fiscais oferecidos em Minas Gerais.
A proposta começou a ser tratada com o secretário estadual da Fazenda, José Afonso Bicalho, durante visita a Uberaba para participar da abertura da ExpoZebu. Ele também participou da audiência ontem em Belo Horizonte, juntamente com a presidente do Indi (Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais), Cristiane Amaral Cerpa.
Piau afirma que uma das empresas interessadas em investir no município ainda tem ressalvas por conta da carga tributária no Estado. Por isso, ele espera o apoio do vice-governador para garantir a competitividade de Minas na disputa do novo empreendimento. “A empresa quer investir e algumas questões tributárias, no que tange ao Estado, ainda precisam ser discutidas. Viemos solicitar apoio ao vice-governador para conseguirmos atender às necessidades dos investidores. Será um investimento significativo e com a geração de empregos para nossa cidade”, defende o prefeito, explicando que o nome da empresa ainda não pode ser divulgado por questões estratégicas.
Presente na reunião, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, avaliou que a demanda local foi bem recebida pelos representantes do governo estadual. Ele continuará em Belo Horizonte nesta quinta-feira (14) para dar continuidade às tratativas referentes à concessão de incentivos fiscais a novos empreendimentos. “Ainda temos reunião no BDMG, Secretaria da Fazenda e Codemig. Estamos seguindo as diretrizes do prefeito para correr atrás das empresas e viabilizar os investimentos na cidade, gerando emprego e renda para os cidadãos uberabenses”, ressalta.
Uberaba também disputa outras três empresas na área de insumos agrícolas com os Estados de Mato Grosso e Goiás. A consolidação dos investimentos também depende de viabilizar incentivos fiscais para diminuir a desvantagem da carga tributária em Minas Gerais.