O impacto da desativação da Pedreira de Léa nos preços das caçambas levou a Prefeitura a acionar a Promotoria de Defesa do Consumidor para que juntos possam discutir a possibilidade de regulamentar a cobrança pelo serviço. A informação é do subsecretário de Governo, Marco Túlio Oliveira Reis, citando levantamento da PMU o qual aponta que de 2009 até a véspera do fechamento do aterro público de resíduos sólidos o aluguel de caçambas girava em torno de R$ 80,00, enquanto que a média, agora, é de R$ 200.
“Solicitamos uma reunião com a Promotoria para debater o assunto. Vamos tentar de tudo. O que não podemos é ser considerados omissos”, disse o subsecretário. Segundo ele, a situação gera ainda outra preocupação, neste caso, relacionada ao meio ambiente, já que enquanto a Pedreira de Léa recebia cerca de 300 caçambas/dia de entulho, agora, o novo aterro registra uma média de 40.
Marco Túlio questiona para onde estão indo as demais caçambas, revelando que fiscais da PMU já flagraram alguns descartes clandestinos. Nesse sentido, ele pondera que todo o trabalho do Município de criar ecopontos para receber esses materiais pode se perder. A Pedreira de Léa, desativada desde o dia 5 de novembro por orientação Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, deverá ser recuperada.