POLÍTICA

Presença de gestores da Pró-Saúde no Legislativo esquenta sessão plenária

Clima quente na quarta sessão ordinária do mês de agosto na Câmara Municipal de Uberaba (CMU) com os gestores da Pró-Saúde

Marconi Lima
Publicado em 14/08/2015 às 08:20Atualizado em 16/12/2022 às 22:49
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Vereadores questionaram a ida dos gestores da Saúde à Câmara após a instalação de uma comissão de inquérito

Clima quente na quarta sessão ordinária do mês de agosto na Câmara Municipal de Uberaba (CMU) com os gestores da Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar de Uberaba – Pró-Saúde –, Ricardo Salvador (assessor jurídico), Marcelo Bittencourt (diretor regional) e Gerson Macagnan (diretor-administrativo), participando da sessão.

Eles foram ao Legislativo apresentar os resultados da gestão das UPAs São Benedito e Mirante, referentes ao primeiro semestre de 2015. Após a apresentação do relatório da Pró-Saúde, considerando que a pauta da reunião estava extensa, o presidente Luiz Dutra (SD) pediu que fosse encaminhado, por escrito, o relatório com as informações apresentadas, que será encaminhado aos vereadores para estudo e análise.

Quanto a uma segunda visita da Pró-Saúde, o vereador Marcelo Machado Borges, Borjão (DEM), argumentou que, enquanto a Comissão Especial de Inquérito estiver atuando, não seria viável. “O requerimento [para prestação de contas] foi feito antes da implantação da CEI”, justificou. Samir Cecílio (PSDB) também concordou com o posicionamento de Borjão e, para ele, esta segunda visita pode tumultuar o trabalho da comissão.

Dutra ressaltou que nada impede que a empresa apresente o seu relatório de trabalho, e que a presidência da Casa estava atendendo requerimento assinado pelos vereadores Cléber Cabeludo (Pros), Samir Cecílio (PSDB), Afrânio Resende (Pros), João Gilberto Ripposati (PSDB) e China (SD). “A presidência não pode ser omissa e no momento oportuno o assunto será retomado no plenário da Câmara”, concluiu Dutra.

Serviços. O diretor-administrativo da Pró-Saúde expôs que no início do ano o município firmou com a associação contrato para administrar as duas UPAs e o Hospital Regional. Das UPAs, o valor do contrato é de pouco mais de R$2,7 milhões, para o prazo de 60 meses.

Gerson informou que o processo de recrutamento e seleção dos funcionários foi baseado em diretrizes técnicas. Conforme ele, mais de 1.200 pessoas concorreram às 340 vagas. “Foram aplicados provas técnicas, entrevistas, testes psicológicos, de acordo com as funções e propostas”, disse. A média de atendimentos por dia é da ordem de 350. Em dias atípicos pode chegar até a 500. Na unidade do Mirante, no primeiro semestre foram realizados 11.543 atendimentos e na São Benedito, 9.718 atendimentos efetivos. “Em ambas as UPAs cumprimos a meta prevista no contrato”, esclareceu.

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