O presidente da Comissão de Saúde da CMU, Marcelo Borges, o Borjão (DEM), que conduziu a audiência de ontem, pediu uma auditoria independente nas contas da pasta. O vereador fez vários questionamentos na apresentação das contas do terceiro quadrimestre.
Um dos questionamentos foi o gasto com pagamento de pessoal, que consumiu 74,52% da receita. De acordo com ele, o montante estoura os 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, todas as despesas da Secretaria de Saúde são auditadas pela Controladoria do Município e depois enviadas ao Tribunal de Contas do Estado.
Ainda sobre os gastos com pessoal, a comunicação da PMU informou que a lei prevê que os gastos com pessoal no montante de 60% cabem ao ente federativo, no caso o Executivo municipal, e não por órgãos. E os gastos com todo o funcionalismo estariam na casa de 55% da receita municipal.