O engenheiro agrônomo, André Luís Fernandes, Doutor em Engenharia de Água e Solos da Universidade de Uberaba, também conhece o projeto dos bolsões
A experiência resultou em ganhos como atestou o proprietário Adilson Gomes, um dos beneficiados. Na fazenda dele são mais de 30 bolsões que foram construídos nos últimos anos. As nascentes foram recuperadas, ajudam agora a abastecer a propriedade. E todo o excedente segue para os afluentes do rio Uberaba. ‘Não tive mais assoreamento e erosões e nascentes que eu nem sabia que tinha apareceram aqui’, contou ele. Os fazendeiros são os maiores parceiros desse projeto, explica Guaritá. O engenheiro agrônomo, André Luís Fernandes, Doutor em Engenharia de Água e Solos da Universidade de Uberaba, também conhece o projeto dos bolsões. Ele completa explicando que eles têm como principal função a recuperação de áreas degradadas pela chuva, além da revitalização e da perenização de mananciais com água de boa qualidade e da amenização de secas e enchentes. ‘Quando se instalam em uma propriedade esses miniaçudes sucessivos e dispersos nos locais em que ocorram enxurradas volumosas e erosivas, estas são barradas e seus efeitos desastrosos amenizados pelo controle de erosões, assoreamentos, poluentes e outros danos. Esta tecnologia funciona como uma esponja armazenadora de água semifiltrada, para as chuvas anuais totais de 1600 mm/ano, a média dos anos para Uberaba’, conclui. O assunto foi tema de matéria para a TV Integração e agora veiculada também no Globo Rural. Assista o VT no www.facebook.com/codauuberaba.