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Adislau Leite, presidente do Sindicato dos Educadores do município, diz que o movimento terá pauta nacional e questões locais Em assembleia realizada ontem, educadores da rede municipal decidiram por aderir à paralisação nacional da categoria no dia 15 de março e também aprovaram indicativo de greve por tempo indeterminado. Mais de 50 professores participaram da reunião e o resultado em favor da mobilização na próxima semana foi unânime. De acordo com o presidente do Sindemu (Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba), Adislau Leite, a paralisação terá como pauta assuntos nacionais, como o protesto contra a reforma da Previdência, mas também incluirá questões locais. Entre as demandas locais, o sindicalista cita a cobrança pelo cumprimento integral do pagamento do piso do magistério na rede municipal e também a demora do Executivo para dar início às negociações para a campanha salarial deste ano. A lista de reivindicações dos educadores foi protocolada em dezembro para análise do governo municipal e até agora ainda não foi marcada a primeira reunião para discutir o reajuste da categoria. Além disso, Adislau afirma que o atraso para pagamento das rescisões dos professores exonerados ano passado e a mudança no sistema de pagamento das horas excedentes também estarão em debate na paralisação do dia 15. Agenda. Enquanto os professores se organizam para manifestação na próxima semana, outro protesto é convocado hoje e também contesta a reforma da Previdência em tramitação no Congresso. O ato convocado em alusão ao Dia Internacional da Mulher acontecerá nesta quarta-feira, a partir de 16h, na praça Rui Barbosa. Além de repúdio à proposta de reforma da Previdência, a pauta do movimento contesta a violência contra a mulher. Até o fechamento desta edição, cerca de 100 pessoas confirmaram presença à manifestação por meio das redes sociais.