POLÍTICA

Reajuste dos servidores faz Tony chorar durante pronunciamento

Foi sacramentado ontem na CMU reajuste de 6% para os servidores da administração direta da Prefeitura, fundações e autarquias

Publicado em 11/04/2012 às 10:27Atualizado em 19/12/2022 às 20:17
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Tony Carlos chorou no plenário ao citar exemplos de penúria vividos pela categoria representada por sindicalistas

Foi sacramentado ontem na Câmara o reajuste de 6% para os servidores da administração direta da Prefeitura, fundações e autarquias. A matéria foi aprovada por unanimidade pelo plenário, não sem antes várias manifestações dos vereadores contra o índice aplicado, que será dividido em três vezes: 2% de imediato, 2% em 1º de julho e 2% em 1º de setembro. Tony Carlos (PMDB) chorou ao citar exemplos de penúria vividos pela categoria, ali representada pelos sindicatos dos Educadores (Sindemu); dos Trabalhadores da Indústria de Purificação e Distribuição de Água e Serviços de Esgotos (Sindae/Codau), e dos Servidores Públicos Municipais (SSPMU).

Presidente do Sindemu, Adislau Leite, reforçou que irá à Justiça cobrar a aplicação do índice definido pelo Ministério da Educação para os professores (22,22%) e revelou que a proposta da PMU foi aceita para evitar prejuízos maiores. “O servidor é o cerne da administração e precisa ser valorizado, esperávamos ao menos o que fez a Câmara, nós merecíamos”, lamentou o presidente do SSPMU, Luís Carlos dos Santos, em referência os 8% de ajuste concedido pelo Legislativo aos seus 246 funcionários, que serão beneficiados ainda com a correção do tíquete-alimentação, que passará de R$350 para R$370.

O sindicalista reforçou que a categoria definirá, em assembleia, se fará greve ou não. Já os funcionários do Codau terão 12% de reajuste: 6% virão das alterações promovidas no plano de carreira da categoria, também aprovadas ontem. “O servidor está de parabéns. Avançamos e conquistamos coisas que não conquistávamos há tempos. A categoria comemora os resultados da mobilização. Com os braços cruzados, não conseguiríamos nada”, disse o presidente do Sindae, Jasminor Francisco da Costa.

Ex-subsecretária de Administração e hoje diretora de Recursos Humanos do Codau, Sandra Barra assegurou que o atual Governo se empenhou em estancar as perdas salariais da categoria e atender ao máximo as reivindicações de cada sindicato. Segundo ela, é difícil defender a ideia de que “não valorizamos os servidores”. As negociações entre a PMU e os sindicatos culminaram com o ajuste de R$60 no tíquete-alimentação, que também será dividido em três vezes. Decreto com essa finalidade foi publicado ontem no órgão oficial do Município, jornal Porta-Voz, que trouxe ainda todos os reajustes aprovados pela Câmara.

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