Pró-Saúde apresentou as justificativas referentes à notificação extrajudicial emitida no mês passado pela Procuradoria-Geral do Município, dando prazo para regularizar a situação das duas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs).
O documento solicitava a diminuição do tempo de espera para atendimento dos pacientes e a contratação de profissionais de saúde em número suficiente para suprir a demanda dos usuários. Também determinava a presença de equipe de segurança nas unidades e o controle do acesso à parte interna, além da manutenção constante na rede de oxigênio e também a conservação da rotina de limpeza e higienização das UPAs. Todas as questões tinham prazo de quinze dias para ser solucionadas pela organização social.
No entanto, a Pró-Saúde respondeu à notificação em documento encaminhado à ProGer, que o remeteu à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). As justificativas passarão por análise técnica e jurídica dos profissionais da SMS. Somente após este trabalho o secretário Marco Túlio Cury diz que poderá se posicionar publicamente em relação ao alegado pela Pró-Saúde. “Os documentos já estão sendo analisados e em breve poderemos divulgar”, destaca o secretário.
À época, quando houve a notificação extrajudicial, a organização social, em nota, culpou a demora na abertura do Hospital Regional pelos problemas apontados pelo governo municipal. Também destacou que as UPAs Parque do Mirante e São Benedito recebem de 450 a 470 atendimentos por dia, sendo que o contrato feito com a administração municipal seria de apenas 350 em cada uma delas.