POLÍTICA

Revitalização do centro da cidade é discutida em reunião pública na Câmara Municipal

Marconi Lima
Publicado em 23/10/2015 às 09:04Atualizado em 16/12/2022 às 21:40
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Foto/Rodrigo Garcia/CMU

No plenário da Câmara Municipal, o assunto abordado na reunião pública foi a revitalização do centro da cidade

A revitalização do centro de Uberaba foi discutida durante reunião no plenário da Câmara Municipal. A ideia é que a primeira intervenção seja feita no calçadão da rua Artur Machado, um dos principais corredores de comércio da cidade. Ao todo serão 27 lojistas, instalados no local que deverão padronizar suas fachadas e construir marquises para proteger os pedestres do sol e da chuva, de acordo com o projeto.

Participaram do debate o presidente da Câmara, Luiz Dutra (PMDB); o vereador João Gilberto Ripposati (PSD); o secretário de Planejamento, Marcondes Nunes de Freitas; o secretário do Meio Ambiente, Ricardo Lima; o secretário de Comunicação, jornalista Denis Silva; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Miguel Faria; a diretora do Conselho de Patrimônio Histórico e Artístico de Uberaba (Conphau), Maria Aparecida Manzan; o empresário Jair Júnior, entre outros representantes de classes e comerciantes locais.

Dutra lembrou que a revitalização, cujo projeto foi desenvolvido pelo paisagista Roberto Burle Marx, é uma reivindicação antiga do Legislativo. “Já foram realizados outros debates sobre o assunto e precisamos saber como andam as ações para realizar esse sonho, que aquecerá o comércio e o turismo na cidade.” O presidente aproveitou para elogiar a iniciativa de alguns comerciantes que já fizeram mudanças em seus estabelecimentos. “Cada um deve fazer sua parte para que a revitalização aconteça”, frisou.

O secretário Marcondes enfatizou que os comerciantes precisam cumprir o combinado e ter iniciativa no processo. “A Prefeitura Municipal não pode assumir responsabilidade por uma área particular. A fachada é de responsabilidade do lojista, a nossa é a de fazer a pavimentação do calçadão”, ressaltou.

Cada empresa fica responsável por fazer a fachada e a marquise seguindo a altura de sua loja. Com relação à pintura dos estabelecimentos, Marcondes mostrou imagens das fachadas restauradas e sugeriu: “É o caso das entidades de classe, juntamente com os empresários, procurarem por patrocínio das tintas. É importante também uma conscientização dos lojistas a respeito das placas de propagandas presentes nas fachadas, e que escondem a riqueza arquitetônica dos estabelecimentos”.

O presidente do CDL pediu a colaboração dos participantes e da Prefeitura para que seja concluída a revitalização no tempo previsto. “Já existe um cronograma de início e término das obras. O município tem que fazer sua parte, assim como o comerciante a dele.”

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