O estudo de alternativas de abastecimento de água começou a ser desenvolvido no ano passado por causa dos problemas enfrentados
Secretaria de Meio Ambiente analisa custo financeiro de alternativas para abastecimento da cidade. Os números são a última etapa para o fechamento do estudo que será apresentado ao prefeito Paulo Piau (PMDB). Ainda não há previsão de data para concluir o trabalho.
O titular do Meio Ambiente, Ricardo Lima, explica que o levantamento técnico apontou duas possibilidades: uma nova captação no rio Araguari associada à busca de novas outorgas para uso da água do aquífero Guarani ou a utilização do rio Grande para fins industriais para desafogar o rio Uberaba.
Lima salienta que rio Grande poderia se tornar uma solução para o abastecimento dos distritos industriais, sendo o custo do tratamento repartido entre as empresas consumidoras. Com essa proposta, o rio Uberaba e o rio Claro ficariam livres para atender à demanda das residências e das propriedades rurais. “Assim, não precisaríamos tirar água do rio Araguari”, salienta.
O secretário afirma que os custos financeiros estão sendo avaliados e serão incluídos no relatório que será apresentado ao prefeito, que tomará a decisão final sobre o assunto. “O chefe do Executivo vai olhar o peso político, econômico e social”, pondera.
O estudo de alternativas de abastecimento de água começou a ser desenvolvido no ano passado por causa dos problemas enfrentados devido à estiagem prolongada. O levantamento com os dados técnicos sobre a qualidade da água, a quantidade disponível para captação, a distância da estação de tratamento local e as condições geográficas das possíveis fontes alternativas já está finalizado.