Com cerca de 80 pessoas presentes em assembleia, funcionalismo aprovou a pauta de reivindicações elaborada pela diretoria do SSPMU
Foto/Jairo Chagas
Luís Carlos dos Santos disse que a categoria se posicionou contra a mudança na data de pagamento do tíquete
Com cerca de 80 pessoas presentes em assembleia ontem, funcionalismo municipal aprovou a pauta de reivindicações elaborada pela diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba (SSPMU), mas deliberou pela inclusão de três novos itens no documento. A manutenção do pagamento do tíquete-alimentação no dia 7 de cada mês foi uma das demandas inseridas na lista que será apresentada ao Executivo.
No início da semana, a Prefeitura anunciou que a partir de fevereiro o crédito voltará a ser liberado no dia 15 de cada mês. A medida faria parte de uma nova programação financeira para viabilizar a volta do pagamento dos salários em cota única na mesma data a todos os servidores.
De acordo com o presidente do SSPMU, Luís Carlos dos Santos, a categoria se posicionou contra a mudança na data de pagamento do tíquete. “Os servidores alegaram que, se tiver atraso novamente no pagamento do salário, o tíquete é uma forma de suprir”, salienta.
Além disso, Santos informa que foi deliberada em assembleia a participação do funcionalismo na escolha do presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais (Ipserv). Ele explica que a proposta seria o governo municipal apresentar um projeto de lei que garanta ao sindicato a indicação de uma lista tríplice com nomes de servidores efetivos para ocupar o cargo, o que embasaria a escolha do prefeito.
Outro item incluído na pauta foi mudança na legislação para aumentar o percentual de cálculo da gratificação para os servidores que ocuparem cargos comissionados.
Com as demandas inseridas, a pauta do funcionalismo fechou com 18 itens para negociação na campanha salarial deste ano. A categoria solicita reajuste em torno de 23% e aumento do tíquete-alimentação de R$500 para R$620. O líder sindical afirma que o documento deverá ser protocolado ainda na primeira quinzena de janeiro para a análise do governo municipal.