POLÍTICA

Sinvuber apura denúncia de irregularidades em licitação do Codau

Sindicato dos Vigilantes de Uberaba e Região (Sinvuber) vai apurar denúncias sobre possíveis irregularidades no pregão presencial 034/2015

Thassiana Macedo
Publicado em 28/05/2015 às 22:39Atualizado em 16/12/2022 às 23:58
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Sindicato dos Vigilantes de Uberaba e Região (Sinvuber) vai apurar denúncias sobre possíveis irregularidades no pregão presencial de nº 034/2015, para contratação de empresa de vigilância pelo Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (Codau), ocorrida no último dia 10. Com valor estimado em R$1.507.406,40, a autarquia busca a contratação de empresa especializada na prestação de serviço de vigilância armada e desarmada, visando à segurança dos servidores, preservação do patrimônio e controle de acessibilidade nas unidades.

De acordo o presidente do Sinvuber, Ricardo Teixeira, três empresas participaram da licitação, mas duas delas, sendo uma de Uberlândia e outra de Belo Horizonte, entraram com ação para revogar o processo sob alegação de que a empresa vencedora havia sido favorecida indevidamente, por ser de Uberaba. “As denúncias apontam que a licitação não seguiu critérios informados no edital e que devem ser seguidos por todos os pregoeiros. O que o sindicato fez foi averiguar a situação e o que verificamos foi que duas empresas entraram com recurso e parece que o Codau não acatou. Nós vamos apurar e possivelmente vamos repassar a situação ao Ministério Público”, destaca.

Teixeira explica que entre as irregularidades apontadas está o fato de a empresa vencedora não ter apresentado a documentação necessária na hora de abertura dos envelopes. “Na hora da abertura dos envelopes, um dos pré-requisitos é apresentação de documentos pela empresa que ganhou, mas parece que ela não os tinha no momento e foi aberto instantaneamente um prazo para que a empresa corrigisse. Porém, sabemos que isso é uma falha que não pode existir, não está previsto no edital, e foi visto como possível favorecimento, mas não podemos acusar antes de tomar conta da verdade”, esclarece o presidente do sindicato.

Outro agravante da empresa vencedora é o fato de não garantir o emprego de quem já está trabalhando. Conforme Ricardo Teixeira, cerca de 30 vigilantes que atuam no Codau podem ser demitidos.

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