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De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, Uberaba recuperou o ritmo de abertura de novos postos de trabalho, registrado no primeiro trimestre. Em julho, 300 novas vagas foram abertas. Atualmente, 98.012 trabalhadores estão em situação formal, com carteira assinada, no município.
O resultado foi alcançado por conta de 5.323 admissões e 5.023 desligamentos. Nos sete primeiros meses do ano foram gerados 1.331 novos postos de trabalho em Uberaba. O melhor resultado foi alcançado em março, com 730 novas vagas, e o pior, em maio, com a retração de 360.
Dos cinco grandes grupos econômicos, em quatro houve saldo positivo na geração de empregos. O melhor desempenho foi registrado no grupo de Serviços, com 165 vagas; seguido por Comércio, com 73; Agropecuária, com 70, e Indústria, com 62.
Apenas a construção registrou retração, com o fechamento de 70 vagas de empregos. As mulheres preencheram o maior número das novas vagas abertas em julho, com 253 postos, e os homens, com 47.
Em julho de 2026, o mercado de trabalho formal celetista gerou 58.568 postos de trabalho, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos no mês, acumulando no ano 972.203 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,06%. Considerando os saldos dos últimos 12 meses (agosto/2025 a julho/2026), a ampliação do emprego formal no país chega a 880.717, um crescimento de 1,87%.
Com o resultado de julho, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país. Em quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas os saldos foram positivos no mês, com destaque para o setor de Serviços (24.098), seguido da Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Nos estados, foram registrados saldos positivos em 22 das 27 unidades federativas. Em valores absolutos, São Paulo (17.814), Mato Groso (5.766) e Minas Gerais (5.199) tiveram os maiores saldos. Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).