Uberaba aumenta pontuação na nova edição do ICMS Esporte, mas perde posições no ranking estadual
Uberaba aumenta pontuação na nova edição do ICMS Esporte, mas perde posições no ranking estadual. Divulgado esta semana, o resultado provisório aponta que a cidade caiu da 6ª para 11ª posição. Os municípios agora têm prazo até 1º de agosto para entrar com recurso e contestar o índice.
Na avaliação do ano passado, Uberaba totalizou 2291.25 pontos no ICMS Esporte e ficou em 6º lugar no ranking. A nota subiu para 2.789 este ano, porém o resultado colocou o município na 11ª colocação em Minas. A primeira posição do ranking permaneceu com Caratinga, mas a cidade ampliou a pontuação de 3424.5 para 5346. Outros municípios menores também melhoraram a nota e assumiram os 10 primeiros lugares da classificação.
De acordo com o presidente da Funel (Fundação Municipal de Ensino e Lazer), Luiz Medina, a equipe entrará com recurso para contestar o resultado provisório e tentar melhorar a pontuação. Ele salienta que existe dificuldade com os eventos realizados em parceria com outras instituições, pois nem sempre as atividades são cadastradas no sistema do governo estadual. “Temos um grupo para captar esses documentos, mas, mesmo assim, estamos tendo dificuldades”, pondera.
Por outro lado, Medina salienta que os critérios do ICMS Esporte favorecem os pequenos municípios. “Mesmo com menos atividades lançadas, as cidades menores conseguem pontuar mais que uma cidade de médio e grande porte. Por isso, a situação no ranking. Não deixamos de fazer nada. Tivemos até um crescimento na pontuação. Só que os outros municípios subiram por ter um coeficiente melhor”, afirma. Além disso, o presidente da Funel avalia que a queda na classificação não deverá representar um grande corte no repasse do ICMS Esporte em 2018.
Já na próxima avaliação do ICMS Esporte, Medina espera recuperar as posições no ranking estadual. Ele salienta que Uberaba vai sediar a final dos Jogos Escolares de Minas Gerais (Jemg) e também terá a disputa entre as seleções de futsal do Brasil e do Paraguai. “Só isso deverá nos colocar entre os cinco primeiros na análise do ano que vem”, finaliza.