Central de Abastecimento do Vale do Rio Grande (Ceasa) divulga cotação de preços de verduras, legumes e frutas desta semana
Sandro Neves
Alface foi comercializada ontem na Ceasa a R$15 a dúzia, devendo chegar ao consumidor entre R$2 e R$3 a unidade
Central de Abastecimento do Vale do Rio Grande (Ceasa) divulga cotação de preços de verduras, legumes e frutas desta semana. Para o consumidor, o resultado do mercado livre de ontem pode ser animador. Um dos produtos mais consumidos, a alface, foi vendida por preço mais em conta.
De acordo com os dados repassados pelo orientador de mercado João Carlos Caroni, a alface foi vendida a R$15 a dúzia, e na última comercialização estava custando R$18/dúzia. Isto significa que o produto deve ser vendido por algo em torno de R$2 a R$3 a peça. Outro produto que também caiu de preço foi o repolho, que antes estava sendo comercializado por R$25, e ontem foi vendido no mercado livre do produtor por R$20 a grade de 28kg.
O que também registrou queda nos valores são a frutas. A maça, o mamão e o limão estão mais baratos, só não caiu o preço do morango. Segundo João Carlos, o morango foi vendido a R$25/caixa com quatro pacotes, e no varejão o produto chega a ser vendido a R$10, por pacote, para o consumidor.
Por outro lado, existem aqueles produtos cujos preços estão mais altos. João Carlos destaca a couve-flor e brócolis, que foram vendidos por R$60 e R$48 a dúzia, respectivamente, culturas que chegaram a ser comercializadas a R$36/dúzia. Diante deste valor, os produtos chegam a alguns varejões ao custo de R$9,90/peça.
“O quiabo também está mais caro, assim como a abobrinha. O tomate, que é um produto bastante consumido, também está mais caro, sendo vendido a R$80 a caixa de 22 quilos. O preço é bom para o produtor, mas chega para o consumidor em um valor mais salgado, sendo vendido por R$7,99/quilo. Essa alta está sendo mantida há algumas semanas”, explica João.
O orientador esclarece que estes valores são característicos da época mais fria do ano. As temperaturas começam a cair e o consumo de produtos mais frescos, como a alface, cai, a oferta aumenta, e o preço cai. A mesma situação acontece com as frutas. Por outro lado, as verduras quentes começam a ser a escolha dos consumidores.