Mesmo na faixa para virar à direita, veículos fazem a conversão à esquerda e causam confusão no acesso à Leopoldino
Neto Talmeli
Mesmo na faixa para virar à direita, veículos fazem a conversão à esquerda e causam confusão no acesso à Leopoldino A capacidade dos motoristas em respeitarem as sinalizações de trânsito ou simplesmente as ignorarem é questionada diariamente por quem trafega pelas ruas de Uberaba. O motorista Cláudio Ribeiro de Souza, que mora há 28 anos na cidade, presencia diariamente o tumulto causado por condutores que não seguem as instruções sinalizadas em um dos cruzamentos mais movimentados da região onde reside, na rua Conde Prados, próximo à avenida Leopoldino de Oliveira. Ele relata que circula pelo local todos os dias e por diversas vezes quase presenciou acidentes. “Na área está sinalizado que o veículo à esquerda deve convergir à esquerda, e o da direita deve convergir à direita, porém isso nunca acontece de forma correta. Quando buzinamos para o motorista indicando a sinalização na via, ele ainda acha ruim”, alerta o professor. Como educador, Cláudio acredita que uma ação de educação no trânsito resolveria a situação, evitando que acidentes se concretizassem. “Crianças e adolescentes, alunos da Escola Estadual Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, caminham por este cruzamento e os carros, além de congestionar o trânsito com conversões erradas, ainda podem ferir alguém. As pessoas precisam ser conscientizadas”, destaca. Acionada pela reportagem do Jornal da Manhã, a Superintendência de Trânsito e Transportes assegurou que agentes serão remanejados para orientar os motoristas a permanecerem na faixa correta de conversão, e o setor de Educação no Trânsito também avaliará a possibilidade de promover uma ação no local. Ao ser questionada sobre a incidência de acidentes no cruzamento, inclusive com mortes, a pasta informou que, devido à presença de sinalização da via, eles são ocasionados pela imprudência dos condutores, o que, por conseguinte, reforça a tese do professor Cláudio Ribeiro de Souza sobre a necessidade de ação mais presente para a orientação de quem por lá trafega.