Cidade conta com dez empresas que atuam no ramo de vigilância e duas escolas de formação, que ajudam a segurança pública
Para o delegado Marcelo Xavier, as empresas particulares agem como parceiras do Estado
A cidade de Uberaba conta hoje com algumas empresas prestadoras de serviços na área de segurança privada e escolas de formação de vigilantes. Para o delegado-chefe da Delegacia de Polícia Federal em Uberaba, Marcelo Leonardo Rodrigues Xavier, estas empresas agem como parceiras do Estado. O delegado federal elogia a cidade e o uberabense e diz que problema na segurança pública é igual a todo município em desenvolvimento.
De acordo com a autoridade, há um ano morando na cidade, foi muito bem recebido pelos uberabenses, que têm demonstrado muita cordialidade, sendo solícitos. Ele não polpa elogios à cidade. “Uberaba, a nosso ver, é uma excelente cidade para se morar, com ótima infraestrutura, boas oportunidades de emprego, em especial no agronegócio, e com grande qualidade de vida”.
Em relação aos crimes de competência da Polícia Federal, o delegado ressalta que a cidade está em pleno crescimento e vem apresentando problemas relacionados à segurança pública, situação que acaba por gerar repercussão nos crimes de âmbito federal. No entanto, o delegado chefe diz que é possível afirmar que o crescimento desses crimes não difere muito das estatísticas das outras unidades da Polícia Federal, ou seja, não é uma situação exclusiva da cidade de Uberaba. Ele, também, ressalta os esforços de todas as instituições de segurança pública em atender da melhor maneira possível a população.
Atualmente, Uberaba conta com dez empresas de prestação de serviço na área de segurança privada, devidamente cadastradas na Polícia Federal, além de duas escolas de formação de vigilantes, também registradas. No último ano, ainda conforme o delegado-chefe da Polícia Federal em Uberaba, houve acréscimo de mais uma empresa, o que demonstra haver espaço para esse setor no município.
“A segurança privada, nos dias atuais, deve atuar como parceira do Estado, em especial dos órgãos de segurança pública. Assim, a cada dia assume maior importância”, disse o delegado. Já com relação a empresas clandestinas, a autoridade policial explica que “os riscos na contratação de uma empresa de segurança privada clandestina são inúmeros, dentre os quais pode-se destacar a ausência de controle sobre a idoneidade em razão da falta de registros na Polícia Federal e nenhuma garantia quanto à qualificação dos prestadores de serviços”, conclui.
Foto/Harrison Gonçalves
Atualmente, Uberaba conta com dez empresas de formação de vigilantes regularmente cadastradas junto à Polícia Federal