Neto Talmeli
Marco Túlio Cury, secretário de Saúde, durante discurso no lançamento do prontuário eletrônico
Ao discursar sobre os avanços da rede municipal de Saúde ontem, o titular da pasta, Marco Túlio Cury, se posicionou sobre a situação do Hospital Regional e afirma que o município precisa de tempo para consolidar o custeio do novo serviço.
Sem especificar data para a abertura do HR, Cury ressaltou que a questão financeira está sendo trabalhada com o Estado, com a União e também com as demais prefeituras do Triângulo Sul.
O secretário afirma que é necessária responsabilidade para dar início às operações, pois o custo de manutenção do serviço é alto. “Temos que ter firmeza em relação à fonte dos recursos. Precisamos de documentos na mão e a garantia dos repasses. Depois do hospital aberto, é muito feio fechar [por falta de dinheiro para manter o atendimento]”, salienta.
A CIB (Comissão Intergestora Bipartite) – órgão que decide sobre a pactuação dos recursos para o atendimento em Saúde em Minas Gerais – já aprovou a destinação de verba para o custeio do hospital. A decisão inclusive foi oficializada com publicação na imprensa oficial no dia 28 de julho.
O documento, entretanto, condiciona o início dos repasses estaduais à definição do governo federal, que não publicou até o momento a portaria para formalizar a participação no custeio do HR.
O prefeito e o próprio secretário agora tentam regularizar a questão burocrática com o Ministério da Saúde em Brasília para viabilizar o início do funcionamento do hospital.
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