CRIMES

Casal procurado pela Interpol por crimes sexuais contra crianças é preso na Grande BH

Publicado em 05/02/2026 às 10:35
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Gledson Braga Evangelista e Célida Maria Pires Berto Braga, foram proprietários de um orfanato e adotaram dezenas de crianças, as investigações apontam suspeitas de abusos sexuais e possível compartilhamento de imagens dos crimes com outros países (Foto/Reprodução)

Gledson Braga Evangelista e Célida Maria Pires Berto Braga, foram proprietários de um orfanato e adotaram dezenas de crianças, as investigações apontam suspeitas de abusos sexuais e possível compartilhamento de imagens dos crimes com outros países (Foto/Reprodução)

Um casal investigado por crimes sexuais contra crianças e adolescentes e que constava na lista de procurados da Interpol foi preso nesta quarta-feira (4), em Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Federal, Gledson Braga Evangelista, de 61 anos, natural de Belo Horizonte, e Célida Maria Pires Berto Braga, de 69 anos, natural de Sabinópolis (MG), foram proprietários de um orfanato e adotaram dezenas de crianças ao longo dos anos. As investigações apontam suspeitas de abusos sexuais contra menores e possível compartilhamento de imagens dos crimes com outros países.

Ainda de acordo com a PF, Gledson foi condenado por estupro, com pena fixada em 36 anos de prisão, em regime fechado. Já Célida recebeu condenações por estupro, estupro qualificado, sequestro e cárcere privado, entre outros crimes, totalizando 20 anos de reclusão, também em regime fechado.

O boletim de ocorrência indica que o casal adotou 49 crianças e que pelo menos oito teriam sido vítimas de abusos sexuais. Os crimes teriam começado no final da década de 1990. Não há informações se os suspeitos mantinham contato com as vítimas atualmente ou se os abusos continuavam ocorrendo.

Durante a abordagem policial, o homem tentou sair da residência de carro ao perceber a aproximação dos agentes, mas o casal foi cercado e preso sem oferecer resistência. Ambos afirmaram ter conhecimento das condenações, porém negaram manter material ilícito no imóvel.

Após a prisão, os suspeitos foram encaminhados à delegacia e permanecem à disposição do Poder Judiciário.

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