Edson Fachin ressaltou que a Justiça Eleitoral não pode se furtar do diálogo e dos limites da legalidade constitucional como premissas para superar obstáculos
Ao encerrar o primeiro encontro Diálogos para a Construção da Sistematização das Normas Eleitorais, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, ressaltou que a Justiça Eleitoral não pode se furtar do diálogo e dos limites da legalidade constitucional como premissas para superar obstáculos e compatibilizar percepções distintas. Fachin é o coordenador do Grupo de Trabalho responsável pela organização do evento, que aconteceu na segunda (27) e terça-feira (28), na sede do Tribunal, em Brasília.
“Divergir, sim. Discordar, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca.” Parafraseando o ex-deputado Ulysses Guimarães, quando da promulgação da Constituição de 1988, Edson Fachin enfatizou que todo o trabalho de sistematização das normas eleitorais será realizado em rigorosa sintonia e fidelidade com a Carta Magna na interpretação e aplicação das leis. Ele destacou que, ao promover encontros com este, a Justiça Eleitoral está olhando para o futuro e compreendendo a dimensão da linha do temp “Estamos pensando para além de 2020 ou 2022. Estamos olhando para o futuro”.
Em rápido pronunciamento, o ministro Og Fernandes, que também integrou a mesa, disse que o evento promovido pelo TSE comprovou a importância do engajamento da sociedade civil em projetos que buscam tornar o Brasil mais feliz, mais igual, mais justo, mais fraterno e mais irmão. “Esse diálogo de fora para dentro é um meio eficaz para realizar os anseios da sociedade civil e de um país”, destacou.