GERAL

Juiz ouve presidiários do PCC e decreta segredo em processo

Audiência em processo contra réus que seriam integrantes do PCC exigiu policiamento reforçado no Fórum Melo Viana, com duas dezenas de policiais, agentes penitenciários e viaturas

Gislene Martins
gislene@jmonline.com.br
Publicado em 04/09/2010 às 23:53Atualizado em 20/12/2022 às 04:26
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Audiência em processo contra réus que seriam integrantes do PCC exigiu policiamento reforçado no Fórum Melo Viana. Duas dezenas de policiais, agentes penitenciários e viaturas que superlotaram o estacionamento do prédio da Justiça foram mobilizados para garantir a normalidade na audiência que apura ocorrido em outubro de 2009, quando foi executado o jovem Valter Florêncio de Andrade, de 21 anos.

A partir do assassinato na praça da Mojiana, surgiram outros desdobramentos, levando o juiz do processo a decretar segredo de Justiça nos autos. O sigilo impediu que a reportagem colhesse informações sobre o ocorrido na audiência realizada no salão de júri por decisão do juiz Habib Felippe Jabour, da 2ª Vara Criminal.

No processo constam como réus Cristiano Gonçalves, Adílio C. Ferreira, Weberson R. Correa Silva, Diego O. Bernardes, Eduardo F. Mariano, Celso N. da Costa, Rafael M. de Azevedo e Wanderson A. da Silva. Apenas um deles não compareceu à audiência, pois estaria foragido. O faltoso foi citado por fonte bem informada como “Nego Bomba”, elemento que, segundo consta, pode estar preso em Goiânia.

Inicialmente foram ouvidas ontem as testemunhas no processo, bem como houve o interrogatório dos réus. Mas não se sabe o que foi esclarecido durante a audiência em razão do sigilo. O processo caminha agora para etapa final, com perspectiva de absolvição de alguns dos denunciados conforme a reportagem apurou extraoficialmente.

A informação de que os réus seriam integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) tem origem em investigação da Polícia Civil de Uberaba, corporação que chegou deflagrar operação denominada “Cidade de Deus”, quando conseguiu prender os suspeitos.

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