GERAL

PC quer mais prazo para fechar inquérito do caso Izabella e filhos

O delegado Marcus Fernandes Júnior, responsável pelas investigações, pediu mais trinta dias para a conclusão do inquérito policial

Daniela Brito
Publicado em 12/03/2015 às 07:49Atualizado em 17/12/2022 às 01:03
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Fot Jairo Chagas

Polícia Civil de São Paulo quer mais prazo para a conclusão do inquérito policial que apura o assassinato de Izabella Marques Gianvechio e dos filhos dela, os gêmeos Ana Flávia Marques Gianvechio e Lucas Alexandre Marques Gianvechio,. A informação foi repassada com exclusividade à reportagem do Jornal da Manhã, pelo advogado Marcus Fernandes Junior, responsável pela defesa do principal suspeito, Matusalém Ferreira Júnior. Ele responde pelo crime ao lado do comparsa, o pedreiro Antônio Moreira Pires, o “Pedrão”. Ambos seguem presos.

De acordo com o advogado, o inquérito policial encontra-se com a PC do estado de São Paulo. Ainda ontem, o delegado de Aramina, Jucelio de Paula Silva Rego, responsável pelo caso, pediu mais trinta dias para a conclusão do inquérito policial, cujo prazo terminaria nesta sexta-feira. Agora, a previsão é de que tudo seja concluído até o dia 13 de abril. Com isso, a prisão preventiva dos suspeitos, que expiraria semana que vem, também deve ser prorrogada pela Justiça. Esta medida é necessária para preservar as investigações.

Além disso, Marcus Fernandes Junior teve acesso aos autos, que correm em sigilo, e diz que não há nenhuma prova de que o cliente possa ser denunciado pelo crime de sequestro. Em caso de uma possível denúncia, ele adianta que irá recorrer junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). “Não vamos aceitar qualquer denúncia de sequestro relacionada ao meu cliente. Não há provas nos autos. E, se houver, vamos manejar o recurso adequado junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo”, diz.

A decisão de o triplo homicídio, triplamente qualificado, ser julgado na Comarca de Igarapava partiu do juiz auxiliar da 3ª Vara Criminal, Adelson Soares de Oliveira, que declinou a competência de julgamento pela Comarca de Uberaba, tendo em vista que as vítimas foram mortas entre os municípios paulistas de Aramina e Buritizal. Depois da decisão, Matusalém e o comparsa “Pedrão” foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Franca.

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