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Reajuste do mínimo desagrada a assalariados

Publicado em 02/09/2010 às 11:41Atualizado em 20/12/2022 às 04:28
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Uberabenses assalariados reclamam do pequeno reajuste do salário mínimo proposto para vigorar a partir de fevereiro. O valor indicado pelo governo na lei orçamentária é de R$ 538,15. Percentual leva em conta o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores e mais a inflação. O documento que fixa receitas e despesas para o primeiro ano de gestão do próximo presidente da República foi entregue na terça-feira, 31 de agosto, ao Congresso Nacional. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 510,00. A funcionária de serviços gerais Edna Fernandes fala que é muito pouco o aumento. “Eu queria que um político desses ganhasse durante um tempo o salário mínimo. Eles entenderiam o tanto que é pouco esse aumento”, ressalta. O aposentado Pedro Inácio de Paula afirma que, além das outras despesas, tem que ajudar a família. “Tudo sobe e o salário não cobre as despesas do mês. Teria que ser no mínimo R$ 600 para ficar pelo menos mais confortável para os assalariados”, declara. O valor proposto pelo governo na lei orçamentária é de R$ 538,15. Cálculo realizado em julho pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base no mínimo de R$ 510, verificou que, para suprir as necessidades do brasileiro, seria necessário o salário mínimo em torno de R$ 2 mil. A maioria dos sindicatos e empresários de Uberaba prefere se manifestar somente depois do anúncio oficial do aumento do salário mínimo.

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