RESPEITO

Duda Salabert diz que discurso sobre “ideologia de gênero” nas escolas é inflado por desinformação

Ao Pingo do J, deputada afirma que o tema ganha força com a proximidade das eleições e defende voto guiado por direitos básicos

Dandara Aveiro
Publicado em 02/01/2026 às 14:54
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A deputada reforçou que a escola tem papel central nesse processo, não como espaço de doutrinação, mas de promoção do respeito (Foto/Reprodução)

A deputada reforçou que a escola tem papel central nesse processo, não como espaço de doutrinação, mas de promoção do respeito (Foto/Reprodução)

A deputada federal Duda Salabert (PDT) afirmou que o discurso sobre “ideologia de gênero” nas escolas é alimentado por desinformação e tende a ganhar força com a proximidade das eleições, especialmente no campo da pauta moral. Em entrevista ao programa Pingo do J, da Rádio JM, a parlamentar destacou que o tema tem sido usado de forma distorcida no debate público e defendeu que a transparência e o respeito aos direitos básicos sejam os principais critérios na construção do voto dos eleitores. 

Para Duda Salabert, o debate moral em si não representa um problema para o país, desde que esteja fundamentado no respeito às pessoas e à diversidade. “O que nós temos que garantir é que os direitos básicos do cidadão sejam respeitados no dia a dia, com políticas públicas voltadas para promover o respeito”, afirmou. Para ela, diversidade religiosa, ideológica, sexual e de gênero fazem parte da realidade social e devem ser tratadas de forma civilizatória, e não como instrumento de polarização política. 

A deputada reforçou que a escola tem papel central nesse processo, não como espaço de doutrinação, mas de promoção do respeito. “O objetivo não é mostrar que determinada coisa está mais certa do que outra, mas deixar claro que o respeito precisa estar acima de tudo”, explicou. Ela ressaltou ainda que reconhece o caráter conservador de parte da sociedade brasileira, especialmente no interior de Minas Gerais, e defendeu que esse conservadorismo também deve ser respeitado dentro do diálogo democrático. 

Para Salabert, o enfrentamento do preconceito exige políticas públicas contínuas e investimento do poder público. “Isso precisa ser política pública. Prefeitura, Estado e governo federal precisam colocar recursos para promover o respeito, porque o preconceito no Brasil é uma chaga”, concluiu, defendendo que o fortalecimento da educação para a convivência e o respeito às diferenças é um caminho essencial para uma sociedade mais justa.

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