Foto/ Divulgação/PMU
Secretário Rodrigo Vieira reafirmou na semana passada a disposição de atender demandas da pauta
Funcionalismo municipal realiza assembleia nesta segunda-feira (17), a partir das 18h30, para deliberar sobre retorno ou encerramento da greve. O movimento foi deflagrado na semana passada, mas acabou suspenso após reunião com o governo municipal.
Apesar de aprovada por unanimidade, a greve sofreu desde o início com baixa adesão dos servidores. No primeiro dia da mobilização, o número de funcionários paralisados não chegou a 100. Levantamento da Prefeitura aponta que menos de 1% do total de oito mil servidores aderiu ao movimento.
Ainda assim, sindicalistas conseguiram reunião com o secretário municipal de Administração, Rodrigo Vieira, que reafirmou na semana passada a disposição de atender às demandas da pauta que não representem impacto econômico para a Prefeitura, mas reforçou não ter condições no momento para conceder reajuste salarial à categoria.
Fazem parte da lista de reivindicações já acertadas para atendiment a compra de uniformes e equipamentos de proteção individual (EPI); liberação para o gozo das férias-prêmio; a regulamentação da progressão para assegurar a promoção nas carreiras, e a convocação, via concurso público, de dois dentistas (um endodontista e um clínico geral) para atuação no sindicato.
Entretanto, o andamento das demandas acertadas foi condicionado ao fim da greve da categoria, assunto que será colocado em pauta na assembleia hoje. O secretário salientou que a Prefeitura está comprometida em atender às reivindicações, mas argumentou que a greve representa o rompimento unilateral do diálogo.
O governo também reafirmou que voltará à mesa de negociação no dia 18 de julho. Até lá será criada uma comissão de servidores para analisar o desempenho das contas da PMU. A administração ainda posicionou que não vai cortar o ponto dos grevistas, mas será preciso repor os dias de paralisação.