Pró-Saúde posicionou que foi surpreendida por decreto de intervenção, anunciado ontem pela Prefeitura. Em nota, a entidade informou que tomou conhecimento do decreto junto com a imprensa e vai analisar o conteúdo do texto para se manifestar sobre a medida adotada pelo governo municipal.
Em resposta ao Jornal da Manhã, a organização social declarou que cumpriu todas as metas contratuais e sempre realizou a prestação de contas ao poder público de modo transparente. A entidade ainda alegou que nunca negou qualquer atendimento à população nas UPAs e até assumiu serviços especializados que não constavam em contrato, devido à falta de infraestrutura dos serviços de saúde. “Isto, principalmente, pela falta de leitos no município, ocasionado pela demora na abertura do hospital”, continua a nota.
No texto, a Pró-Saúde também cita que assumiu a operacionalização e gestão das UPAs em 2015 e argumenta que hoje as unidades “têm uma média de 95% de aprovação de seus usuários”.