A região mais preocupante da cidade engloba o centro, Morada das Fontes, Vila Maria Helena, Jardim Alexandre Campos e Abadia, com 3,6%
As equipes do Departamento de Controle de Endemias e Zoonoses visitaram 6.038 imóveis, em 14 extratos diferentes, sendo que cada um é formado por grupos de nove mil a 12 mil imóveis e em cada extrato são pesquisados 450 imóveis. Dos 14 extratos, cinco apresentaram índice inferior a 1% e nove mostraram resultado entre 1% e 3,6%.
A região mais preocupante da cidade engloba o centro, Morada das Fontes, Vila Maria Helena, Jardim Alexandre Campos e Abadia, com 3,6%. De acordo com o LIRAa, os bairros Nossa Senhora Aparecida, Costa Teles 1, Silvério Cartafina e Orlando Costa Teles registraram 3,4% de infestação. Para o Programa Nacional de Controle da Dengue, índices inferiores a 1% são satisfatórios; entre 1% e 3,9% significa situação de alerta e os superiores a 4%, risco de surto de dengue, o que não é o caso na cidade, segundo o LIRAa.
Por isso, o secretário de Saúde, Marco Túlio Cury, afirma que o Comitê de Saúde irá trabalhar para envolver o maior número de pessoas possível, com o objetivo de mudar os indicadores apresentados neste LIRAa. Sobre a possibilidade de intensificar o combate ao mosquito na região central, o secretário avalia que, talvez, seja necessário aumentar o trabalho, especialmente com as imobiliárias que possuem imóveis fechados e onde ainda existe grande proliferação. “Nós vamos movimentar nesse sentido, buscando não só os imóveis fechados, mas também os comerciais. Iremos fazer uma operação pente-fino para tentar minimizar ou até mesmo eliminar esse problema”, completa.